A ideia foi explicada esta semana pelo geólogo da Universidade do Minho, José Brilha, que considera que “ainda não há dados para dizer que há alterações climáticas permanentes que tenham como causa a acção humana”.
O cientista, que falava no final da conferência do geólogo sueco Nils- Axel Morner, que tem sido um dos principais defensores mundiais da tese de que não há provas bastantes para demonstrar que a terra enfrenta alterações climáticas permanentes.
O cientista sueco, que abriu o VIII Congresso Nacional de Geologia que se realizou em Braga, defendeu ainda que a tese do risco do aumento do nível do mar, que poria em perigo as zonas costeiras, também não está provada cientificamente.....
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